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Presidente da estatal explica que Aneel ainda precisa decidir se cassará as concessões de usinas em atraso do grupo Bertin, o que poderia abrir espaço para gerar nova demanda

Agência Estado

Alvo de sucessivos adiamentos, a realização do leilão A-3 não está garantida para este ano. Segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, a disputa só deve acontecer se houver demanda por parte das distribuidoras. Ele explicou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) ainda precisa decidir se cassará as concessões de usinas em atraso do grupo Bertin, o que poderia abrir espaço para gerar nova demanda.

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"(A realização do leilão) depende primeiro de uma decisão da Aneel sobre as usinas do Bertin e de uma nova previsão por parte das distribuidoras para ver se há demanda para o leilão", declarou Tolmasquim depois de participar do XIV Congresso Brasileiro de Energia, organizado pela Coppe, no Rio de Janeiro.

A data prevista para o leilão A-3 é 12 de dezembro. Já o leilão A-5 está confirmado para o dia 14 do mesmo mês, afirmou Tolmasquim. De acordo com ele, todas as usinas que vão participar da disputa já possuem licença: Sinop, Cachoeira Caldeirão, Ribeiro Gonçalves e outras três do Complexo Parnaíba.