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Empresa classificou acusações como "irresponsáveis e oportunistas" e disse que tomará as medidas legais cabíveis

A empresa de mineração e metálicos MMX , do empresário Eike Batista, rebateu nesta segunda-feira as acusações feitas pela Emicon de que a MMX estaria degradando uma área de extração de minério em Serra Azul, no município de Brumadinho, em Minas Gerais.

Em nota divulgada nesta segunda-feira ao mercado, a MMX classificou as acusações como "irresponsáveis e oportunistas" e informou que tomará as medidas legais cabíveis, "inclusive de caráter criminal", contra os responsáveis. No último domingo, informes publicitários de autoria da Emicon publicados nos principais jornais do país mostravam seis imagens de degradação ambiental e chamavam a atenção de autoridades e da população para os supostos crimes ambientais cometidos pela MMX.

O texto do anúncio diz que "a MMX capta até 100% da água do Ribeirão Quéias de forma total e ilegal. (...) A situação de degradação atual é 20 vezes pior que há três anos por responsabilidade da MMX e pela 'omissão' da fiscalização." A mineradora também acusou a empresa de Eike de atuar no local sem licença ambiental.

Por sua vez, a MMX argumenta que os problemas ambientais apresentados no informe seriam de responsabilidade da própria Emicon, e teriam sido causados pela suposta extração ilegal do minério de ferro antes das atividades da MMX no local. Além disso, a empresa firma que todas as licenças ambientais necessárias estão em vigor.

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