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Governo impôs corte de gastos à estatal; segundo o ministro, construção de quatro novas refinarias será mantida

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O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse nesta quinta-feira que o cronograma de construção de quatro novas refinarias no País não será afetado pelo corte de gastos imposto pelo governo federal ao novo plano de investimentos da Petrobras.

"O Brasil é hoje importador de produtos (derivados de petróleo), por conta da insuficiência das refinarias. Precisamos manter a programação de construção das refinarias", disse ele a respeito das refinarias planejadas para Rio de Janeiro, Pernambuco, Ceará e Maranhão.

Lobão, que participou de uma solenidade no Rio, afirmou que a Petrobras terá de apresentar a seu conselho de administração novas áreas para os cortes de gastos no seu plano de investimentos, de R$ 224 bilhões. A redução das despesas é necessária para que seja aprovado o novo plano de negócios da Petrobras para o período 2011-2015.

De acordo com o ministro, o conselho considerou que as áreas onde os cortes foram propostos não são as ideais, mas ele não quis revelar quais são. O plano já foi rejeitado duas vezes pelo conselho, presidido pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.

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