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A média diária das exportações brasileiras no período foi de US$ 958,8 milhões

Agência Estado

A média diária das exportações brasileiras na primeira semana de julho foi de US$ 958,8 milhões, o que representa um ligeiro aumento de 0,4% ante a média exportada em julho de 2012 (US$ 954,7 milhões).

Esse crescimento foi decorrente do incremento das exportações de produtos básicos (3%), principalmente minério de cobre, soja em grão, carne de frango, bovina e suína e bovinos vivos; e de manufaturados (9%), em razão das vendas de aviões, automóveis de passageiros, óleos combustíveis, suco de laranja não congelado, etanol e medicamentos, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira (8) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

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Por outro lado, as vendas de produtos semimanufaturados tiveram queda de 31,5% no mesmo período de comparação, em razão, principalmente, das exportações de óleo de soja em bruto, ferro fundido, ferro-ligas, semimanufaturados de ferro/aço, açúcar em bruto, ouro em forma semimanufaturada e celulose.

Na comparação com a média exportada em junho deste ano (US$ 1,057 bilhão), as vendas externas da primeira de julho apresentaram retração de 9,3%, devido à queda das vendas das três categorias de produtos: semimanufaturados (-20,5%), manufaturados (-10,6%) e básicos (-5,7%).

Com relação às importações, que somaram US$ 4,596 bilhões na primeira semana do mês, com média diária de US$ 919,2 milhões, houve um aumento de 11,5% em relação à média exportada em julho do ano passado (US$ 824,4 milhões) e uma queda de 2,4% ante a média registrada pelas importações em junho deste ano (US$ 941,7 milhões).

Na comparação com julho de 2012, cresceram os gastos com instrumentos de ótica e precisão (34,3%), farmacêuticos (32%), combustíveis e lubrificantes (16,9%), aparelhos eletroeletrônicos (16,9%), equipamentos mecânicos (9%) e siderúrgicos (8,7%).

Em relação a junho deste ano, houve retração nas importações, principalmente, dos seguintes produtos: adubos e fertilizantes (-44%), farmacêuticos (-27,9%), veículos automóveis e partes (-13,4%), equipamentos mecânicos (-12,2%), químicos orgânicos/inorgânicos (-6,7%) e instrumentos de ótica/precisão (-6,7%).