Tamanho do texto

O índice ICST teve queda de 3,6% no 2º tri em relação ao mesmo período do ano passado. A intensidade desse recuo, no entanto, é menor do que o apurado no 1º tri (-4,3%)

Agência Brasil

O Índice de Confiança da Construção (ICST) teve queda de 3,6% em relação ao mesmo período do ano anterior
Agência Brasil
O Índice de Confiança da Construção (ICST) teve queda de 3,6% em relação ao mesmo período do ano anterior

O ânimo dos empresários do setor da construção civil está em movimento de recuperação, segundo mostra a pesquisa Sondagem da Construção do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). O Índice de Confiança da Construção (ICST) teve queda de 3,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A intensidade desse recuo, no entanto, é menor do que o apurado no trimestre anterior (-4,3%). No trimestre finalizado em abril, o índice tinha sido de (-6,6%); em março (-7,9%); em fevereiro (-6,9%) e janeiro (-4,8%). Ainda assim, as economias do Ibre/FGV destacam que a pesquisa sinaliza um “nível de atividade econômica ainda bastante moderado para o setor”.

Foi constatada estabilidade na medição sobre a percepção dos empresários quanto ao momento presente. O Índice da situação Atual (ISA) ficou em (-7,1%) ante (-7,2%)atual. Já o Índice de Expectativas (IE) atingiu (-0,6%) ante (-1,9%). De um total de 12 segmentos, oito indicaram melhora entre eles a evolução mais expressiva foi observada no setor de obras para telecomunicações (de 9,2% para 13,1%).

Na enquete feita com 702 empresas, 25% avaliaram como boa a situação atual ante 31,9% que tinham essa mesma percepção, em igual período do ano passado. Quanto aos que consideraram a situação ruim a parcela cresceu de 10,6% para 14,7%.

Veja também: Vendas de material de construção sobem 3,1% em maio, afirma Abramat

Sobre a projeção da demanda do mercado para os três meses seguintes, a variação ficou em 0,7% ante -0,6%. Para 35,1% dos entrevistados a tendência é de crescimento ante um índice de 34,3%, no mesmo período do ano passado. Em sentido contrário, a parcela dos que apostam em redução, teve ligeira baixa de 6% para 5,9%.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.