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"Na primeira quinzena de junho nós licenciamos 164 mil unidades de veículos, com avanço de 0,1% sobre igual período de maio", disse o presidente da associação

Agência Estado

164 mil unidades de veículos foram licenciados na primeira quinzena de junho
Divulgação
164 mil unidades de veículos foram licenciados na primeira quinzena de junho

O presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, informou, nesta segunda-feira, 17, que as vendas de veículos na primeira quinzena de junho superaram as da primeira quinzena de maio e as de igual período de 2012.

"Na primeira quinzena de junho nós licenciamos 164 mil unidades de veículos, com avanço de 0,1% sobre igual período de maio", disse Moan. "Os primeiros 15 dias de junho foram extremamente positivos", resumiu o presidente da Anfavea, no seminário "Revisão das Perpectivas 2013", em Campinas, no interior de São Paulo.

Moan revelou que a produção de veículos no próximo trimestre de 2013 é superior à de igual período de 2012. "A produção no próximo trimestre será superior a 350 mil unidades de média mensal", disse o presidente da Anfavea.

No entanto, apesar do cenário positivo do setor e de vendas aquecidas, o presidente da associação das montadoras ainda evitou revisar a projeção de alta de 4,5% na produção, para 3,54 milhões de unidades e de entre 3,5% e 4,5%, para 3,95 milhões de veículos entre 2012 e 2013.

"Não estamos alterando essa previsão por causa do cenário macroeconômico, já que notícias ruins podem alterar o mercado e porque a base de vendas do segundo semestre de 2012 foi muito alta", afirmou Moan. "A revisão da Anfavea normalmente acontece em julho".

Veja também: Produção de veículos em maio e no ano é recorde, segundo Anfavea

Ele ressaltou, no entanto, que segue otimista e que ainda acredita no crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro de 3% em 2013. O presidente da Anfavea lembrou ainda que a quando tomou posse, em 22 de abril deste ano, os investimentos previstos somavam R$ 60 bilhões, mas os novos anúncios feitos desde então elevaram o valor para R$ 71 bilhões, o que faria com que a capacidade saltasse de em torno de 4,5 milhões para 5,6 milhões de unidades por ano.

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