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Presidente-executivo da siderúrgica eliminou metade do quadro executivo na semana passada, anunciando novo começo após incursão mal orientada nas Américas

Reuters

O presidente da maior acionista da ThyssenKrupp, Berthold Beitz, jogou água fria sobre as especulações de que o presidente do Conselho de Administração da siderúrgica alemã, Gerhard Cromme, pode ser forçado a renunciar, informou um jornal local.

"Cromme fica. Cromme e (o presidente-executivo da Thyssen, Heinrich) Hiesinger formam um bom time", publicou o Handelsblatt, citando o patriarca de 99 anos que comanda a Alfried Krupp von Bohlen und Halbach Foundation.

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Hiesinger eliminou metade do seu quadro executivo na semana passada, anunciando um novo começo após uma incursão mal orientada e imensamente cara nas Américas, acusações de corrupção e investigações de cartel.

A Alfried Krupp von Bohlen und Halbach Foundation, criada por Alfried Krupp, detém 25,3% dos direitos a voto na ThyssenKrupp.

Cromme é visto como o mais provável sucessor de Beitz no comando da fundação.

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