Tamanho do texto

Estruturas em Omã, Malásia e Filipinas têm como objetivo atender a demanda asiática, "para onde o mercado se mudou", segundo o diretor financeiro da Vale, Tito Martins

O diretor financeiro da Vale, Tito Martins, disse hoje que o mercado de minério de ferro mudou para a Ásia e assim permanecerá nas próximas décadas. Para suprir a demanda, a empresa está construindo uma estrutura para ter à disposição, permanentemente, 10 milhões de toneladas do minério na região. "Como se uma mina lá existisse", afirmou o executivo.

Leia: Vale obtém licença ambiental para projeto bilionário

A estrutura inclui um ponto de apoio no Omã, já ativo, com três milhões de toneladas, outro em construção na Malásia, para quatro milhões de toneladas, e duas estações de transbordo, nas Filipinas, além dos gigantescos navios Valemax, com capacidade para 400 mil toneladas cada. O executivo participa de seminário promovido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com o apoio do Valor, sobre a crise global e implicações para o Brasil.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.