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Segue a novela sobre a venda da fatia de 73,19% da alemã ThyssenKrupp na Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), no Rio de Janeiro

Segue a novela sobre a venda da fatia de 73,19% da alemã ThyssenKrupp na Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), no Rio de Janeiro. Agora, foi a vez da EBX, do empresário Eike Batista, negar a informação da revista alemã WirtschaftsWoche de que teria interesse pelo ativo . Já o presidente do conselho de administração da Gerdau, Jorge Gerdau Johannpeter, preferiu se esquivar do assunto.

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Indagado sobre o possível interesse do grupo pela CSA, Gerdau foi lacônico: “Eu não tenho opinião sobre isso”, disse em evento no Rio de Janeiro, alegando que preferia não improvisar sobre “um tema de tamanha envergadura”. Na última semana, o jornal O Estado de S.Paulo informou que a Gerdau e a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) procuraram a Vale , sócia minoritária do negócio, em busca de informações para avaliar o ativo.

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Sobre Eike Batista, a quem chamou de “sheik da Amazônia”, a publicação alemã citou parcerias recentes do empresário, como a fechada com a alemã de energia E.On, e afirmou que com poucos dólares ele levaria o conjunto de aciaria e porto da CSA.

Procurada, a EBX disse não ter interesse no ativo. Em recente evento para investidores internacionais, Eike deu a entender que o setor é muito arriscado, ao afirmar que siderurgia “não é um negócio à prova de idiota”, quando perguntado sobre a possibilidade de investir no setor. As informações são do jornal <b>O Estado de S.Paulo</b>.

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