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Empresa brasileira enfrenta dificuldades na obtenção de licença para importação dos aviões

A Embraer avalia nos próximos quatro meses se permanece com sua fábrica na China ou se sairá do país. Segundo o diretor de Relações com Investidores da companhia, Luiz Carlos Aguiar, a empresa enfrenta dificuldades para obtenção do governo chinês da licença de importação dos aviões.

"Estamos aguardando os próximos desdobramentos em relação às licenças. Gostaríamos muito de ficar no país, mas dessa forma fica inviável dar andamento aos contratos", disse hoje o executivo, acrescentando que a empresa tem contratos assinados que não consegue dar andamento por falta das licenças.

Com licença de importação, a companhia tem garantidos sete modelos Embraer 145 e mais 20 modelos do Embraer 190. "Nossa percepção é de que está havendo demora nas liberações de novas licenças. O processo está evoluindo muito lentamente", afirmou, durante reunião com analistas para comentar o resultado da empresa na Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec) em São Paulo.

A Embraer também anunciou hoje a venda de um jato executivo Legacy 650 para um cliente na Jordânia. O avião será operado e gerenciado em nome do cliente, não identificado, pela empresa de voos fretados Arab Wings. A entrega está programada para o segundo semestre de 2010. A Arab Wings também adicionará este ano à sua frota um jato Phenom 100, da categoria entry level, conforme comunicado da fabricante de aeronaves.

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