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Em parceria com a ESPM, o iG elaborou um teste para que você descubra qual o seu perfil na hora de comprar

Não existem pesquisas científicas que comprovem que percentual da população brasileira consome de maneira exagerada, moderada ou conservadora. "Mas é bem provável que os que compram de forma racional sejam minoria no País", afirma Pedro Furtado Calabrez, professor do núcleo de ciências do consumo da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

O iG , em parceria com a ESPM, elaborou o teste “Que tipo de consumidor você é?”. Ao responder as perguntas, o internauta consegue saber se gasta de forma impulsiva, com parcimônia ou se é pão duro assumido, que põe a mão no bolso apenas com as necessidades básicas.

O ato de comprar é um ritual extremamente prazeroso e induzido na maioria das vezes pela emoção, afirma Calabrês. “Dificilmente a emoção vai ceder espaço à racionalidade nesse momento. A pessoa que não gasta com nada é praticamente inexistente em uma sociedade como a nossa”, diz o professor.

Segundo ele, o prazer que o consumo proporciona é inesgotável e não há nada de errado em comprar, desde que o ato não seja apenas uma válvula de escape para suprir algum problema. “Muitas pessoas, quando estão estressadas ou com dificuldades pessoais ou profissionais, acabam comprando a fim de amenizar a situação”.

Consumir deve proporcionar bem-estar, e por isso o ato deve ser feito com ponderação - afinal, o “conforto momentâneo” pode se transformar em uma grande dor de cabeça, como dívidas que extrapolam o orçamento. “O excesso pode trazer prejuízo”, afirma Calabrez.

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