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Cerca de 500 mil funcionárias juntaram-se em ação coletiva por discriminação sexual contra a varejista

A Corte Suprema dos Estados Unidos recusou nesta segunda-feira um processo coletivo por discriminação sexual contra o Walmart. O processo contra a rede de lojas teve início em 2001 por seis mulheres, que denunciaram discriminação tanto na capacitação quanto nas promoções e nas remunerações. Depois, outras 500 mil funcionárias se juntaram a elas.

Em um determinado momento do processo judicial, as litigantes conseguiram com que um juiz transformasse a denúncia em um processo coletivo. No entanto, os juízes do Supremo opinaram nesta segunda-feira que neste caso não cabia um processo coletivo, em linha com o que tinha argumentado o gigante do varejo.

"Achamos que o tribunal tomou a decisão correta", afirmou em comunicado o vice-presidente do Walmart, Gisel Ruiz, que lembrou que a companhia "manteve durante muitos anos políticas muito enérgicas contra a discriminação". O Supremo considerou que os advogados das litigantes não tinham provado que existia uma política geral no Walmart que conduzisse à discriminação por gênero.

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