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Segundo e-bit, alta foi de 40% na comparação com o mesmo período de 2009; setor deve fechar ano com receita de R$ 14,3 bilhões

O setor de comércio eletrônico faturou R$ 6,7 bilhões nos seis primeiros meses deste ano. A alta é de 40% na comparação com o mesmo período de 2009, quando a receita foi de R$ 4,8 bilhões. Os dados foram divulgados nesta terça-feira pela e-bit em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net).

A retomada do crédito ao consumidor e a maior confiança em realizar compras virtuais são fatores que vêm fortalecendo as vendas online. A entrada de novos sites de compras e a fusão de grandes grupos de varejo também contribuíram para alavancar as cifras do setor.

Além disso, as oportunidades geradas pela Copa do Mundo também alavancaram as vendas pela internet. Segundo Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, o evento gerou compras com maior valor agregado, como, por exemplo, televisor de tela plana.

O gasto médio das compras online foi de R$ 379. Livros, assinaturas de jornais e revista lideram o ranking em vendas. Eletrodoméstico, produtos de saúde, beleza e medicamento, informática e eletrônicos seguem entre os itens mais procurados pelos consumidores.

O setor está caminhando para um recorde no faturamento, já que a segunda metade do ano é mais relevante e pode representar até 55% do faturamento total do canal. Nos próximos seis meses, o setor espera que as lojas virtuais alcancem R$ 7,6 bilhões em vendas

De acordo com a e-bit, o faturamento deve chegar a R$ 14,3 bilhões no final de 2010, o que representaria um crescimento nominal de 35% se comparado ao resultado de 2009, quando o setor faturou cerca de R$ 10,6 bilhões.

Este ano, o número de pessoas que utilizaram pelo menos uma vez a internet para fazer compras deve chegar a 23 milhões. Na última copa, quatro anos atrás, esse número era de aproximadamente seis milhões.

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