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Com a chegada das empresas Baratojato.com.br, Myamivendas.com e Miamicelular.com à lista, número de endereços eletrônicos não recomendados passa para 325

Dentre queixas contra empresas estão irregularidades na prática do comércio eletrônico, principalmente por não entregar o produto
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Dentre queixas contra empresas estão irregularidades na prática do comércio eletrônico, principalmente por não entregar o produto

Às vésperas do Black Friday brasileiro, que acontece nesta sexta-feira (29), a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP) acrescentou mais três sites à lista negra do comércio eletrônico. Com o acréscimo das empresas Baratojato.com.br, Myamivendas.com e Miamicelular.com, o número de endereços eletrônicos não recomendados pela instituição passou para 325.

Os três fornecedores tiveram reclamações registradas pelos clientes no Procon-SP, receberam uma notificação e não responderam, sem possibilidade de intermediação ou acordo.

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Dentre as queixas contra essas empresas estão irregularidades na prática do comércio eletrônico, principalmente pela falha na entrega do produto adquirido pelo cliente.

Alerta

O Procon orienta os consumidores a procurar no site a identificação da loja (razão social, CNPJ, telefone e outras formas de contato, além do e-mail); a dar preferência a fornecedores recomendados por amigos ou familiares; desconfiar de ofertas muito tentadoras; não comprar em lugares que aceitam apenas o boleto bancário ou depósito em conta como forma de pagamento; ler a política de privacidade da loja; a imprimir ou salvar todos os comprovantes de compra e confirmação de pedido.

Além disso, o Procon-SP sugere que os compradores que utilizam o meio virtual instalem antivírus e o firewall e que nunca façam transações online em computadores públicos.

Caso o cliente tenha algum problema com o comércio eletrônico, até mesmo durante o Black Friday, o consumidor do Estado de São Paulo deve enviar a reclamação ao site do Procon-SP .

Dicas

Segundo a assessora técnica do Procon-SP, Fátima Lemos, o cliente deve fazer uma pesquisa mais detalhada na internet antes de comprar para saber se a loja é confiável e se tem boas recomendações.

Fátima Lemos diz que no caso da lista divulgada recentemente pelo Procon, os consumidores não receberam os produtos e não encontraram os representantes da empresa para fazer uma reclamação.

A assessora técnica dá ainda mais uma dica para o consumidor que está se preparando para fazer uma compra online e encontra empresas pouco conhecidas e novas no mercado. “Nós não podemos dizer que uma marca que está começando agora é menos confiável, mas merece cautela. Até por ser desconhecido, merece uma pesquisa”, afirma.

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