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No entanto, três segmentos mantiveram-se aquecidos: o de veículos, motos e peças, com alta de 6,2%; o de material de construção, com 1,1%, e o de supermercados, com 0,3%

Agência Brasil

Comparado a junho do ano passado, a atividade do setor varejista cresceu 09,% em média
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Comparado a junho do ano passado, a atividade do setor varejista cresceu 09,% em média

O comércio varejista do País teve queda média de 1,6% na clientela, em junho, comparado a maio, segundo mostra a pesquisa Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. No entanto, três segmentos mantiveram-se aquecidos: o de veículos, motos e peças, com alta de 6,2%; o de material de construção, com 1,1%, e o de supermercados, com 0,3%, sobre um aumento anterior de 1,5%.

Comparado a junho do ano passado, a atividade do setor cresceu 09,% em média. Na avaliação dos economistas da Serasa Experian, “a onda de protestos ocorrida em várias cidades do país durante o mês de junho afugentou os consumidores das lojas”. Esses analistas também apontaram como efeito negativo a elevação dos juros e a “queda dos níveis de confiança dos consumidores”.

A maior retração ocorreu com o setor de móveis, eletroeletrônicos e informática, com recuo de 1,1%, e com o setor de combustíveis e lubrificantes, com redução de 1%. Estes foram os setores que mais demandaram movimento, no fechamento do primeiro semestre com alta (em ambos os casos) de 8,1%. Já na comparação com junho do ano passado, o segmento de móveis caiu 3,3% e o de combustíveis e lubrificantes teve expansão de 4,8%.

Todos os segmentos apresentaram avanços no primeiro semestre comparado ao mesmo período do ano passado, com expansão diária de 8,1%, porém, em relação aos dois anos anteriores, há uma gradativa redução. Em 2011, haviam avançado 11,% e, em 2012, 9,6%.

A segunda maior taxa de aumento ocorreu nos supermercados, onde o movimento de clientes superou em 6,1% o de igual período, em 2012. Na sequência, estão os setores de tecidos, vestuário, calçados e acessórios com crescimento de 3,4%; veículos, motos e peças com 3,3% e material de construção com 2,7%.