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Segundo consultoria, interesse pela Lei do Bem tem crescido entre empresários

Os números do Ministério da Ciência e Tecnologia mostram que o interesse pelos benefícios oferecidos para quem investe em Pesquisa em Desenvolvimento tem aumentado nos últimos anos. Dados indicam que, em 2006, 130 empresas solicitaram o apoio referente à Lei do Bem, enquanto que no ano de 2008 mais de 550 se candidataram. “A lei é recente e traz uma contribuição para ajudar o País a ser mais competitivo”, diz Milton da Vila, sócio da área de consultoria empresarial da Deloitte.

O aumento do interesse pela Lei do Bem, que prevê incentivos fiscais a empresas que desenvolverem inovações tecnológicas, foi discutido nesta quinta-feira em evento promovido pela consultoria para executivos de diversas áreas da economia. O objetivo do encontro foi promover os benefícios em projetos de Pesquisa em Desenvolvimento.

A despeito do crescente interesse, grande parte dos empresários ainda não conhece as possibilidades oferecidas pela legislação quando o assunto é incentivo à inovação, acredita Vila. Para a gerente da área de consultoria, Marie Rodrigues, é preciso quebrar a resistência de alguns empresários pela novidade. “Alguns ainda receiam participar dos programas de incentivo por falta de exemplos no mercado. Apesar de saberem que existe o benefício, eles ainda esperam uma maturidade maior da lei”, diz a consultora.

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