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Os preços do milho dispararam ontem na Bolsa de Chicago, sustentados pela forte queda do dólar ante outras moedas, como o euro, e pela expectativa de uma produção menor nos Estados Unidos

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Os preços do milho dispararam ontem na Bolsa de Chicago, sustentados pela forte queda do dólar ante outras moedas, como o euro, e pela expectativa de uma produção menor nos Estados Unidos. O contrato dezembro subiu 4,14%, para US$ 4,91 por bushel. O Departamento de Agricultura do país deve reduzir a estimativa da safra americana por causa por causa da baixa produtividade verificada em algumas regiões produtoras. Por segurança, participantes do mercado futuro resolveram voltar a comprar contratos na expectativa de que as cotações subam mais após a divulgação do número. A expectativa de demanda também foi outro fator a sustentar a cotação do grão. De acordo com o Conselho de Grãos dos EUA, a China deverá comprar cada vez mais milho americano. Em 2010/11, as importações devem ficar entre dois e três milhões de toneladas, ante um milhão de t no ciclo anterior. A entidade previu que a partir de 2015 as compras chinesas deverão chegar a 15 milhões de toneladas por ano. O câmbio também foi responsável pelo aumento de preços em outros mercados de commodities agrícolas ontem. Na Bolsa de Nova York, o contrato outubro do açúcar recuperou-se da queda registrada na véspera ao subir 3,26%, para 23,74 centavos de dólar por libra-peso. A posição dezembro do café arábica - a mais negociada - se valorizou 2,61%, para 177 centavos de dólar por libra-peso.

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