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Tóquio, 16 out (EFE).- Os ministros de Agricultura do Fórum de Cooperação Ásia-Pacífico (Apec) iniciaram hoje, na cidade japonesa de Niigata, sua primeira reunião para falar sobre segurança alimentar mediante o desenvolvimento agrícola mais eficiente.

Tóquio, 16 out (EFE).- Os ministros de Agricultura do Fórum de Cooperação Ásia-Pacífico (Apec) iniciaram hoje, na cidade japonesa de Niigata, sua primeira reunião para falar sobre segurança alimentar mediante o desenvolvimento agrícola mais eficiente. Até amanhã, os representantes dos 21 países pertencentes à Apec debaterão sobre planos e estratégias para prevenir a escassez de alimentos e fomentar um desenvolvimento agrícola sustentável. Espera-se que os membros da Apec adotem uma declaração que contemple esses compromissos e outros relacionados ao meio ambiente e à melhora do comércio de alimentos. O ministro de Agricultura do Japão, Michihiko Kano, indicou na abertura do encontro que "para alimentar toda a população mundial, estima-se que a produção global de alimentos tenha de aumentar 1,7 vezes", já que a população estimada da Terra em 2050 seja de 9,1 bilhões de habitantes. Essa é a primeira vez que os países da Apec se reúnem para falar de segurança alimentar e também de outras medidas para aumentar os investimentos e melhorar o comércio de produtos agrícolas. O Japão é muito dependente do exterior no setor de alimentos e, por isso, trabalha para melhorar a produtividade agrícola nacional e melhorar o acesso a outros mercados. Os 21 países-membros da Apec produzem cerca da metade dos cereais em nível mundial e representam 20% da população mundial com problemas de escassez de alimentos. Essa reunião é parte da preparação para a cúpula de líderes da Apec que será realizada em novembro em Yokohama (perto de Tóquio). A Apec, que representa cerca da metade da economia mundial, é integrada por Austrália, Brunei, Canadá, Chile, China, Cingapura, Coreia do Sul, Estados Unidos, Filipinas, Hong Kong, Indonésia, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Papua Nova Guiné, Peru, Rússia, Tailândia, Taiwan e Vietnã. EFE jmr/sa

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