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Exportadores já sofreram prejuízos de cerca de US$ 5 milhões devido à paralisação, segundo as câmaras

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O sindicato de trabalhadores portuários suspendeu as operações no centro de exportação de grãos de Rosário, na Argentina, interrompendo o carregamento de mais de US$ 400 milhões de bens agrícolas, informou nesta sexta-feira a câmara de portos privados (CPPC). A greve entrou no seu oitavo dia e deixou 85 embarcações à deriva, aguardando para atracar ou zarpar, acrescentou a entidade em um comunicado divulgado em conjunto com a Câmara de Exportação de Cereais (CEC) e a Câmara de Exportação de Óleos Vegetais (Ciara).

Até agora, os exportadores sofreram prejuízos de cerca de US$ 5 milhões devido à paralisação, segundo as câmaras. O sindicato dos trabalhadores das docas tem se recusado a trabalhar há mais de uma semana para protestar contra a insuficiência de funcionários no complexo portuário de Rosário, onde a maior parte dos grãos são carregados e embarcados.

As colheitas de milho e soja estão apenas começando, exercendo pressão adicional sobre os exportadores para chegarem a um acordo. A Argentina é o segundo principal exportador de milho do mundo, e o terceiro maior de soja. O país também lidera os embarques de óleo e farelo de soja. As informações são da Dow Jones.

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