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Café vendido no País passa a ter padrão mínimo

Produto comercializado no Brasil, seja nacional ou importado, poderá ter, no máximo, 1% de impurezas e 5% de umidade

AE |

Agência Estado
Fiscais do Ministério da Agricultura vão testar a qualidade por amostragem em supermercados e pontos de vendas no varejo
O café vendido no mercado interno precisará ter um padrão mínimo de qualidade oferecido ao consumidor brasileiro. A partir de fevereiro, o governo vai exigir da indústria do café um padrão básico de sabor, aroma e fragrância e um porcentual máximo de impurezas. A regulamentação foi anunciada hoje pelo ministro da Agricultura, Wagner Rossi.

Instrução normativa do Ministério, com as novas regras, será publicada no Diário Oficial da União de amanhã. Com a medida, segundo o ministro, o consumidor terá a segurança atestada pelo governo de saborear um café mais puro e com um nível mínimo de qualidade.

O café produzido no Brasil ou importado só poderá ter, no máximo, 1% de impurezas. A presença de umidade no grão torrado ou moído também não poderá ultrapassar 5%. Serão observados ainda estado de conservação do produto, aparência, odor e informações de rotulagem, como nome de fabricante, lote, prazo de validade e país de origem, quando for o caso.

Os fiscais do Ministério da Agricultura vão fazer o controle da qualidade por meio de testes de amostragem do produto nos supermercados e pontos de vendas do varejo.

 

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