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Produtores cobram do governo um acréscimo médio de 10% no valor de referência do arroz

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O deputado federal Luis Carlos Heinze (PP/RS) se reuniu hoje com o secretário-adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, João Rabelo, para cobrar as reivindicações do setor arrozeiro. Segundo Heinze, a proposta, que prevê elevação do preço mínimo e aumento dos recursos para a comercialização, será encaminhada ainda nesta semana pelo Ministério da Agricultura à área econômica do governo federal.

O deputado explicou que os produtores cobram do governo um acréscimo médio de 10% no valor de referência do arroz. Caso a proposta seja aceita, a saca do arroz tipo 1 passaria dos atuais R$ 25,80 para algo em torno de R$ 29,00. Heinze também pediu urgência ao Ministério da Fazenda na liberação de recursos para os mecanismos de sustentação de preços.

Ele calcula que o governo precisa intervir e retirar do mercado, pelo menos, 3 milhões de toneladas de arroz por meio de contratos de opção, AGF, PEP e Pepro. "A colheita já se estende há mais de 30 dias e até agora nenhum anúncio. Cobramos hoje uma ação efetiva da área econômica para evitar queda no preço pago ao produtor", diz ele.

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