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BNP Paribas Brasil, Fibra, Itaú Unibanco e Santander Brasil receberam permissão para implementar linhas de crédito para financiar o setor

Com o avanço da colheita de café, o governo vai autorizando instituições financeiras a implementar linhas de crédito para financiar o setor. O Diário Oficial da União desta terça-feira traz novos contratos firmados entre o Departamento do Café, da Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, e alguns bancos, nos quais são disponibilizados recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para custear a cadeia produtiva.

O Banco BNP Paribas Brasil está credenciado a financiar a estocagem de café no valor de até R$ 10 milhões; para a indústria de solúvel foram liberados até R$ 3,125 milhões; e para Financiamento para Aquisição de Café (FAC) até R$ 6,767 milhões. Para o Banco Fibra foram liberados: até R$ 34,997 milhões para estocagem; até R$ 3,125 milhões para a indústria de solúvel; até R$ 10 milhões para a indústria de torrefação de café; e até R$ 9,224 milhões para FAC.

O Banco Itaú Unibanco demandou: até R$ 62,392 milhões para estocagem; até R$ 10 milhões para custeio; até R$ 30 milhões para a indústria de torrefação de café; e até R$ 24,593 milhões para FAC. O Banco Santander Brasil foi credenciado a emprestar: até R$ 125,990 milhões para estocagem; até R$ 46,794 milhões para custeio; e até R$ 33,205 milhões para FAC.

Na semana passada, o governo já havia autorizado a financiar a cafeicultura: Banco Itaú BBA; Bradesco; Cooperativa de Central de Crédito do Espírito Santo (Sicoob Central); Cooperativa de Crédito Rural e de Pequenos Empresários, Microempresários e Microempreendedores da Região de Varginha (Sicoob Credivar); e Banco Votorantim.

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