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A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) acredita que a compra das Casas Bahia pelo Grupo Pão de Açúcar tende a favorecer consumidor, que se beneficiará com preços mais baixos e melhores condições de pagamento.

Um grupo mais forte tem poder de pressão sob os fornecedores e isso vai acabar refletindo no preço final dos produtos ofertados, diz Alencar Burti, presidente da ACSP.

Burti alegou que grandes fusões são tendências irreversíveis de mercado. Isso é comum em qualquer canto do mundo e no Brasil não seria diferente... Não dá para criticar, pois os grupos estão apenas seguindo tendência e esse é apenas mais um caso.

O empresário, Abílio Diniz, em entrevista concedida com exclusividade ao iG,  também confirmou que o consumidor não irá perder com a fusão. Para ele, existem sinergias entre as duas empresas e isso vai ser repassado aos preços.

Com o acordo, o grupo passará a contar com mais de 1.800 lojas, incluindo super e hipermercados, postos e drogarias, com faturamento de aproximadamente R$ 40 bilhões e mais de 137 mil funcionários ¿ o maior empregador privado do Brasil.

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