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Segundo a imprensa local, Isela Costantini, filha de argentinos, assumirá após a posse de Mauricio Macri, no próximo dia 10

A presidente de operação da GM na Argentina substituirá Mariano Recalde na direção da empresa
Divulgação
A presidente de operação da GM na Argentina substituirá Mariano Recalde na direção da empresa

O presidente eleito da Argentina, Mauricio Macri, escolheu a brasileira Isela Costantini, de 44 anos, para presidir a companhia aérea estatal Aerolíneas Argentinas. Segundo a imprensa local, Costantini, filha de argentinos, assumirá após a posse de Macri, no próximo dia 10.

A presidente de operação da General Motors na Argentina, Uruguai e Paraguai desde 2012 substituirá Mariano Recalde na direção da empresa, que foi estatizada pelo kirchnerismo em 2008.

Além de ser listada pela "Fortune" em 2013 como uma das 50 mulheres mais poderosas do mundo dos negócios, ela foi a primeira mulher a ocupar um posto tão alto na GM.
Lavagem de Dinheiro - Mudança de direção acontece pouco após a imprensa local denunciar que companhia aérea pagou 35 mil diárias, desde 2008, no Alto Calafate, o maior hotel da rede que pertence à presidente Cristina Kirchner. A empresa gastou cerca de US$ 2,5 milhões em quartos para sua tripulação no estabelecimento de luxo.

O jornal l"Clarín", que faz oposição ao kirchnerismo, destacou que seis funcionários da companhia teriam que ter dormido durante os sete dias da semana por 15 anos para atingir o valor gasto no local em pouco mais de seis anos. A investigação apontou que houve dias em que a empresa contratou 20 quartos para seis empregados.

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