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A companhia de aviação Ryanair não aceitou devolver os mais de R$ 11 mil para 27 mulheres que desistiram de pegar os voos

Maria Doolan queria viajar para a Bélgica com amigos e a família para comemorar seu aniversário
Divulgação
Maria Doolan queria viajar para a Bélgica com amigos e a família para comemorar seu aniversário

A empresa de aviação Ryanair se recusou a reembolsar 27 mulheres de Liverpool, no Reino Unido, por voos que perderam para a cidade de Bruxelas, na Bélgica, uma vez que a cidade foi fechada por ameaças de terrorismo. As clientes pagaram £ 2.000 (R$ 11.259,40) pelas passagens.

A intenção de Maria Doolan, 60, era viajar para o país com amigos e a família para comemorar seu aniversário. O grupo decidiu cancelar a viagem por conta do perigo terrorista e a Ryanair não lhes deu o reembolso ou alguma forma de crédito para utilizarem em oportunidades futuras.

Ao jornal Liverpool Echo, a filha de Maria, Andrea Doolan, 35, disse que a companhia não “mostrou qualquer forma de compaixão”. “Você não pode esperar que as pessoas viagem para um país que está no alerta mais alto que existe – um país que está esperando um ataque eminente”, afirmou Andrea ao jornal britânico.

A filha também contou estar chocada com o fato da empresa também não se dispor a pagar os custos de bagagem do grupo. “O que me irrita é que não há senso de serviço ao consumidor. Eu não consegui fala com um ser humano. Eles só me pedem para mandar um e-mail, o que eu já fiz”, desabafou ao Echo.

Segundo o jornal, um porta-voz da Ryanair disse que “os voos da empresa para e partindo de Bruxelas estão operando normalmente e que os termos e condições padrões de troca de voo se aplicam”. Ao  iG , a empresa reiterou esse mesmo posicionamento.

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