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Pedro Alexandre Bagatin, 48 anos, ocupava o cargo de supervisor na Refinaria Presidente getúlio Vargas (Repar)

O supervisor de mecânica da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), no Paraná, Pedro Alexandre Bagatin, de 48 anos, morreu na manhã desta sexta-feira (6), após infarto sofrido na noite anterior dentro da unidade.

Um minuto de silêncio foi respeitado em memória do trabalhador
Divulgação/Sindipetro
Um minuto de silêncio foi respeitado em memória do trabalhador

Segundo Federação Única dos Petroleiros (FUP), Bagatin fazia parte de uma equipe de contingência que garante as operações na refinaria. A federação responsabilizou os gestores da Petrobras pela morte do empregado, por “tentar manter a produção a qualquer custo durante a greve dos petroleiros, delegando a operação das unidades a equipes de contingência insuficientes”.

A FUP lamentou a morte de Bagatin, solidarizou-se com a família e disse que, desde o início da greve da categoria, o movimento sindical denuncia os riscos que os trabalhadores estão enfrentando.

A Petrobras também lamentou a morte de Bagatin, mas negou que ele fizesse parte da equipe de contingência.

A empresa informou que o funcionário esteve na refinaria ontem, por volta de 7h40, e que, enquanto estava lá, sentiu-se mal, procurou o setor médico e foi socorrido em um hospital. “Foi encaminhado preventivamente para o Hospital Constantini, por volta de 10h40, onde foi diagnosticado o infarto. Ele passou por angioplastia e colocação de stent. A Repar está prestando o apoio necessário à família”, acrescentou a Petrobras.

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