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Desde agosto, foram feitos 867 pedidos de compensação por ferimentos graves ou mortes supostamente causadas pela chave de ignição foram recebidos pelo programa

Reuters

O número de mortes ligadas a um defeito na chave de ignição em veículos da General Motors aumentou para 23 na semana passada, de acordo com um relatório divulgado nesta segunda-feira (29) por um advogado que supervisiona um programa para compensar as vítimas dos acidentes.

Desde agosto, foram feitos 867 pedidos de compensação por ferimentos graves ou mortes supostamente causadas pela chave de ignição foram recebidos pelo programa, que está sendo supervisionado pelo advogado Kenneth Feinberg.

Na sexta-feira, 23 reivindicações por morte tinham sido consideradas elegíveis, bem como 16 pedidos por lesões físicas graves, de acordo com estatísticas fornecidas pelo escritório de Feinberg. Na semana passada esses números eram 21 e 16, respectivamente.

O programa continuará a receber pedidos de indenização até 31 dezembro em nome de feridos ou mortos em acidentes que teriam sido causados pela chave de ignição, que levou a um recall de 2,6 milhões de veículos da montadora neste ano. Um problema com a chave de ignição pode fazer com que ela saia de posição, parando o veículo e desabilitando os airbags.

De acordo com o protocolo do programa, as queixas por morte elegíveis receberão ao menos US$ 1 milhão de dólares, valor que pode aumentar em função de fatores como o número de dependentes deixados pelas vítimas. A GM separou US$ 400 milhões para cobrir os custos de compensação, e afirmou que o total poderia aumentar em mais US$ 200 milhões.

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