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De erro de digitação a escolhas erradas de referências, relembre peças de roupas que causaram revolta nos clientes

Nesta semana, a marca norte-americana Urban Outfitters teve que retirar de sua loja virtual um moletom que até já estava esgotado, mas que fazia clara referência a uma trágica história da Universidade Kent State, nos Estados Unidos. A peça com o nome da instituição envolto em manchas de sangue lembrava um episódio ocorrido em 1970, quando a Guarda Nacional de Ohio invadiu o campus e matou a tiros quatro estudantes que protestavam contra a Guerra do Vietnã.

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Essa, porém, não foi a primeira vez que uma marca de roupas escorregou na referência. Recentemente, a Zara teve de suspender a venda de uma peça infantil que lembrava o uniforme que os judeus vestiam nos campos de concentração. No Brasil, a Marisa também precisou recolher de seus estabelecimentos uma camiseta que, por um erro de digitação, trazia escrito a palavra "rapers', que significa estuprador em inglês, ao invés de "rappers", como são chamados os cantores de rap. Com isso, a peça estampava a seguinte frase: "Grandes estupradores esta noite". 

Relembre outras peças de roupas polêmicas que precisaram sair de linha:


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