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Previsão é que montadora comece a processar as compensações a partir de agosto

Reuters

A General Motors (GM) espera começar a processar as reclamações de vítimas relacionadas à falha na ignição a partir de 1º de agosto, irá dizer a presidente-executiva Mary Barra ao Congresso dos Estados Unidos nesta quarta-feira (18).

Em testemunho preparado para ser entregue ao Comitê de Comércio e Energia da Câmara dos Deputados, Mary Barra também dirá que Kenneth Feinberg, que supervisiona a criação de um fundo de compensação, terá "total autoridade para estabelecer critério elegível para as vítimas e determinar os níveis de compensação."

Os defeitos na chave de ignição em modelos mais velhos do Chevrolet Colbalt, Saturns Ions e outros modelos da GM foram relacionados a pelo menos 13 mortes.

Mary Barra testemunhou em painel no início de abril e não pode responder muitas das questões dos legisladores. A CEO prometeu retornar após a conclusão da investigação interna da empresa.

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A executiva anunciou os resultados da investigação no início do mês, destacando uma série de falhas por funcionários da GM para levar a sério o problema na ignição, e prometeu melhorar as práticas e performance da companhia.

Por mais de uma década, engenheiros da GM e outros sabiam dos problemas na ignição, que podem levar os carros a parar, desabilitando air bags e causando mau funcionamento nos freios e sistemas de direção.


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