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Objetivo é que profissionais demitidos por construtora sejam realocados em outras companhias que operam no complexo

O Sindicato dos Trabalhadores do Plano de Construção, Montagem e Manutenção Industrial de São Gonçalo, Itaboraí e Região (Sinticom) participou nesta segunda-feira (31) de audiência pública no Ministério Público do Trabalho (MPT), em Niterói (RJ), ao qual pediu que interviesse nas quase mil demissões efetuadas pela empresa Fidens Engenharia, que decidiu suspender sua participação na construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

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Segundo informou a assessoria de imprensa do Sinticom, o objetivo é que os dispensados sejam realocados em outras companhias que operam no Comperj e recebam as indenizações devidas.

A Fidens Engenharia tinha em seu quadro funcional cerca de 1.200 trabalhadores
Divulgação
A Fidens Engenharia tinha em seu quadro funcional cerca de 1.200 trabalhadores

“A preocupação do sindicato é proteger e resguardar os direitos dos trabalhadores”, manifestou a assessoria. De acordo com a entidade, não se pode fazer uma dispensa sem dar os direitos aos funcionários.

Na próxima quinta-feira (3), haverá nova audiência no MTP, em Niterói, para que sejam definidas as ações. Segundo o sindicato, as homologações já começaram.

A Fidens Engenharia tinha em seu quadro funcional cerca de 1.200 trabalhadores, dos quais 200 ficarão na empresa para serviços gerais. O sindicato esclareceu que a empresa não está fechando, mas sim, saindo aos poucos do Comperj.

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