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Fabricante americana poderá vender não só aviões, mas também sistemas de gerenciamento

Reuters

A fabricante de aviões americana Boeing acredita que poderá participar dos planos de incentivo à aviação regional no Brasil não apenas com a venda de aviões, mas também com sistemas de gerenciamento, segundo a presidente da empresa no Brasil, Donna Hrinak.

-Leia também: governo prevê subsídio para passagens aéreas regionais nos próximos meses

"Podemos colaborar não somente com aviões, mas com sistemas de gerenciamento de voos e trabalhar com empresas aéreas para usar menos combustível", disse a executiva ao participar de coletiva de imprensa da associação de empresas aéreas Abear, à qual a Boeing se associou nesta quinta-feira (20).

Boeing estima demanda de 2.900 aviões na América Latina até 2032, sendo 40% do total no Brasil
AP
Boeing estima demanda de 2.900 aviões na América Latina até 2032, sendo 40% do total no Brasil

O governo brasileiro possui planos de incentivar a aviação regional, anunciados no fim de 2012, mas que ainda não começaram a ser implementados. Na véspera, o ministro-chefe da Aviação Civil, Moreira Franco, disse que deve enviar ao Congresso ainda este semestre uma proposta para baratear as passagens aéreas de voos regionais.

Donna comentou que a Boeing estima uma demanda de 2.900 aeronaves na América Latina até 2032, sendo 40% do total no Brasil. A americana, que tem a Gol e a TAM como clientes no País, espera responder pela maior parte dessas vendas, que serão principalmente de aviões de um corredor.

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