Tamanho do texto

Porém, o empresário saiu do comando apenas da MPX; ficou com 29% de participação

O inferno astral de Eike Batista e seu grupo EBX já provocou mudanças nas participações do milionário nas seis empresas do grupo listadas na BM&FBovespa, de acordo com dados divulgados pelas próprias empresas e a bolsa.

Leia também: Saída de Eike Batista da MPX marca início do colapso do império EBX

Porém, até agora o empresário saiu do controle apenas de sua empresa de energia, a MPX. Até maio, detinha 53,47% das ações da empresa no mercado. Depois de vender uma participação para a alemã E.On, hoje a participação da Eike Batista & Management é de 29%. 

Na OGX, a que mais sofre na bolsa, a empresa divulga que a petroleira é controlada pelo grupo. Em junho, o controlador da empresa detinha 57,18% de suas ações. Mas a participação já foi maior. Em maio, era de 61%. Naquele mês, foram realizadas quatro operações de vendas de ações. Em junho, foram cinco operações.

Na empresa de carvão, a CCX, a participação do grupo diminuiu de 62,20% para 61,66% desde janeiro. NA OSX, nas mãos de "controladores e administradores", conforme informado, caiu de 78,07% para 74,83% em abril. As ações detidas pelo controlador na empresa de logística LLX passaram de 53,52% para 53,49% desde dezembro.Na mineradora MMX, por outro lado, o controlador aumentou a participação de 43,50% para 57,42% desde janeiro. 

O empresário ainda tem investimentos em mais cinco empresas, em ramos como imobiliário, tecnologia e entretenimento. Também tem um restaurante chinês e um navio para eventos. Confira no infográfico abaixo como é formado o "Império X".







    Leia tudo sobre: Bovespa