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Tecnologia foi identificada como a origem mais provável do incêndio em avião estacionado

Reuters

Os faróis de localização de emergência do Boeing Dreamliner devem ser desligados após terem sido identificados como a origem mais provável de um recente incêndio em um avião estacionado, disseram pesquisadores britânicos nesta quinta-feira (18).

-Veja também: Ethiopian Airlines chega ao Brasil com Boeing 787 Dreamliner

As peças, fabricadas pelo conglomerado americano Honeywell, estão posicionadas na parte traseira superior dos novos jatos avançados, e enviam um sinal que leva equipes de resgate para aeronaves abatidas. Elas são alimentadas por baterias de lítio-manganês não-recarregáveis.

Multidão observa a chegada do primeiro 787 Dreamliner em Manchester, na Inglaterra (Abril/2012)
Getty Images
Multidão observa a chegada do primeiro 787 Dreamliner em Manchester, na Inglaterra (Abril/2012)

A Unidade de Investigação de Acidentes Aéreos (AAIB, na sigla em inglês) da Inglaterra está liderando a investigação sobre um incêndio ocorrido em um jato estacionado da Ethiopian Airlines no aeroporto londrino de Heathrow na sexta-feira (19).

O relatório, publicado nesta quinta-feira (18), também disse que os reguladores de aviação deverão realizar uma revisão de segurança destas peças em todos os tipos de aeronaves.

A Boeing disse que os faróis poderiam simplesmente ser retirados dos jatos Dreamliner, um trabalho que pode ser feito em uma hora.

A AAIB recomendou que a Administração Federal de Aviação dos EUA garanta que a alimentação foi desligada em todos os sistemas da Honeywell feitos nos Dreamliner. 

Em Washington, a Administração Federal de Aviação dos EUA não fez comentários imediatos.

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