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Rede chilena de fast-food especializada em hot dog está investindo R$ 12 milhões para abertura de quiosques e lojas

Loja da marca no Barra Shopping, no Rio de Janeiro
Brasil Econômico
Loja da marca no Barra Shopping, no Rio de Janeiro

Cinco anos depois de sua chegada ao Brasil, a rede chilena de fast-food Doggis prepara a segunda onda de crescimento a partir de novos formatos e do reforço da marca como uma opção de refeição completa a preços mais em conta. Com 20 lojas no país, a Doggis quer dobrar a sua presença por aqui até o final de 2013.

Os motivos que impulsionam a empresa a isso se refletem nos números: o faturamento no primeiro trimestre desse ano chegou a R$ 2,3 bilhões e as vendas mensais crescem em média 30%. A marca, que está sob o chapéu da BFFC — que reúne ainda as redes Bob´s e KFC — está investindo R$ 12 milhões para aumentar a capilaridade, chegar a mais estados e abrir mais frentes onde sua atuação ainda é tímida, caso da cidade de São Paulo.

Bruno Grossman, diretor geral da Doggis no Brasil, diz que depois do momento positivo de funcionamento dos pontos de venda em lojas de rua e shoppings, o caminho para o crescimento está no formato de quiosques com aproximadamente 12 metros quadrados.

“Estamos negociando a entrada em aeroportos que já estão sob regime de concessão. Também temos como objetivo nesse formato chegar a terminais rodoviários, shoppings e universidades, entre outros espaços onde há grande circulação de público. O quiosque oferece o mesmo mix de produtos das lojas, mas se adapta a novos espaços”, comenta o executivo.

A primeira unidade será aberta em 30 dias, em Recife. O investimento inicial para a aquisição de uma franquia da marca nesse formato é de R$ 150 mil. “Queremos chegar a 40 unidades em 2013, entre lojas maiores, de pelo menos 30 metros quadrados e os quiosques. No Chile, são 200 pontos de venda para uma população de 20 milhões. Seguindo a mesma lógica, no Brasil, nossa capacidade de de lojas poderia chegar a duas mil”, projeta Grossman.

Os estádios de futebol também está no alvo. Presente na Arena Fonte Nova, a rede negocia espaços nos demais estádios da Copa do Mundo em 2014. Com relação a preços, Grossman afirma que apesar da alta no custo dos alimentos, a rede consegue boa margem de negociação com fornecedores.

“Isso possibilita que nosso preço para um combo tenha o custo de R$ 8,90 para o consumidor. Fator importante para manter o ritmo de crescimento nas vendas e as metas de expansão”.

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