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Empresas se recuperaram de uma parada para manutenção das plataformas em março

Agência Estado

A produção da Shell, que foi de 12,2 mil barris diários em abril, passou para 38,3 mil b/d em maio
Divulgação
A produção da Shell, que foi de 12,2 mil barris diários em abril, passou para 38,3 mil b/d em maio

A produção de petróleo no Brasil cresceu 3,7% em maio, na comparação com abril, apesar da queda de produção da Petrobras de 2,5% no período, conforme dados apresentados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta quarta-feira (3).

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A alta nacional foi puxada pela recuperação da produção de empresas como Statoil e Shell, que haviam parado plataformas para manutenção em março. As paradas deixaram os resultados de março e abril com base de comparação baixas.

A produção da Shell, que foi de 12,2 mil barris diários (b/d) em abril, passou para 38,3 mil b/d em maio. Na Shell, o maior impacto de manutenção veio do Parque das Conchas, na Bacia de Campos.

Já a produção da Statoil, que havia alcançado 12 mil b/d em abril, saltou para 86,5 mil b/d no mês seguinte. A manutenção foi no campo de Peregrino.

A produção nacional foi de 1,993 milhão de barris por dia (b/d) em maio. Em relação ao mês anterior, os dados da ANP mostram uma queda de 2,5% na produção de óleo da Petrobras, para 1,834 milhão de barris/dia.

O número é diferente do divulgado na véspera pela Petrobras, porque a petroleira inclui líquido de gás natural (LGN) na sua conta. A Petrobras reportou queda de 1,7% em maio sobre abril, para 1,892 milhão barris por dia, incluindo óleo e LGN.

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