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Segundo TST, trabalhadores estavam expostos a riscos de assalto durante o expediente

O MPT moveu o processo em 2011, após receber denúncia do sindicato dos trabalhadores
AE
O MPT moveu o processo em 2011, após receber denúncia do sindicato dos trabalhadores

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) condenou o banco Itaú em R$ 500 mil pela falta de instalação de portas de segurança em agências do Paraná.

Segundo nota publicada no site do Ministério Público do Trabalho (MPT), os equipamentos servem para garantir a proteção dos trabalhados do banco, que estavam expostos a riscos durante o expediente.

Procurado, o banco informou por meio de nota: "O Itaú não foi comunicado oficialmente da decisão e, portanto, não comentará"

-Veja também: Energisa Sergipe é condenada em R$ 3,2 milhões por morte de terceirizados

O MPT moveu o processo em 2011, após receber denúncia do sindicato dos trabalhadores sobre a falta de portas giratórias nas agências de Douradina, Nova Olímpia, São Jorge do Patrocínio e no posto de atendimento da Universidade Paranaense.

Para relator do caso no TST, ministro Alberto Bresciani, o banco foi condenado por negligência. Na avaliação do ministro, as ocorrências de assaltos no país revelam a necessidade das portas de segurança nos estabelecimentos.

“Não se trata de transferir ao banco encargos que são competência do Estado, mas de incluir na responsabilidade do empregador o dever de eliminar ou minorar os riscos causados aos empregados pela exploração da atividade econômica”, afirmou, na nota do MPT.


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