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Estratégia pode pode ajudar a minimizar uma escassez de papel higiênico no país

Reuters

Crise na Venezuela provoca escassez de itens de alimentação, higiene e medicamentos
BBC
Crise na Venezuela provoca escassez de itens de alimentação, higiene e medicamentos

A Kimberly-Clark está planejando investir 234 milhões de bolívares (US$ 37 milhões) para ampliar operações na Venezuela, informou a agência estatal de notícias, em uma estratégia que pode ajudar a minimizar uma embaraçosa escassez de papel higênico no país.

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A escassez de alguns itens de alimentação, medicamentos e produtos básicos de higiene se tornou simbólica dos crescentes problemas econômicos da Venezuela, principalmente a falta de dólares para importadores.

O governo responsabiliza empresas privadas por reduzirem a oferta para manipularem preços. Críticos afirmam que a escassez, inflação alta e desaceleração do crescimento são resultados de nacionalizações e outras medidas econômicas tomadas durante o regime de Hugo Chávez, predecessor do atual presidente Nicolas Maduro.

Autoridades afirmam que os problemas estão diminuindo, mas os venezuelanos ainda reclamam de não encontrar muitos produtos e filas em supermercados são cena comum no país.

"Quando a falta de produtos ocorreu, o setor produtivo, junto com o governo, trabalhou em uma estratégia para combater isso. Agora as coisas estão bem", disse o ministro do Comércio, Alejandro Fleming, após reunião com representantes da Kimberly-Clark, segundo a agência estatal.

De acordo com o diretor geral da empresa na Venezuela, David Cahen, o investimento será feito ao longo de 6 a 24 meses e aumentará a capacidade local da companhia em 30 a 40%.

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