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Carga de 160 mil metros cúbicos de GNL saiu do país africano neste domingo (16)

Agência Estado

Segundo a Petrobras, compra de gás da Angola promove uma diversificação de fornecedores
Divulgação
Segundo a Petrobras, compra de gás da Angola promove uma diversificação de fornecedores

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (17) que concluiu na sexta-feira (14) a compra do primeiro carregamento de gás natural liquefeito (GNL) de Angola.

-Veja também: Petrobras negocia contratos de longo prazo para gás natural

De acordo com o comunicado, a operação comercial foi feita com a Sonangol, empresa estatal angolana, e a carga com 160 mil metros cúbicos de GNL, volume equivalente a 96 milhões de metros cúbicos de gás natural, saiu do Porto de Soyo, em Angola, neste domingo (16), no navio "metaneiro" (navio-tanque que transporta GNL) Sonangol Sambizanga, em direção ao Brasil.

Ainda segundo nota da Petrobras, o processamento e a liquefação do gás natural para embarque foram feitos pelo consórcio Angola LNG numa unidade industrial de tratamento construída para tirar proveito dos recursos da produção offshore angolana por meio de uma parceria entre as empresas Sonangol, Chevron, BP, ENI e Total.

Esta é a primeira carga de GNL produzida pela Angola LNG, conforme o comunicado da estatal. A entrega do combustível angolano no Brasil deverá ser feita no Rio, onde será regaseificado no terminal da Petrobras na Baía de Guanabara e injetado na malha de gasodutos da companhia para atender ao mercado interno brasileiro, suprindo, principalmente, a demanda termelétrica.

A estatal afirma ainda que, com essa compra, diversifica o portfólio de fornecedores, "conferindo maior flexibilidade e segurança ao suprimento de gás natural no Brasil e estabelecendo uma parceria comercial importante no continente africano".

"Essa parceria com a Sonangol é importante para a Petrobras, pois aumenta o leque de opções da companhia para aquisição de GNL no mercado internacional, ampliando as fronteiras de produção e transporte de gás natural por longas distâncias, o que contribui, fortemente, para o dinamismo desse mercado", diz na nota, o diretor de Gás e Energia da Petrobras, Alcides Santoro.

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