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Segundo Enéas Pestana, montante será investido nas marcas Extra, Pão de Açúcar e Assaí

Agência Estado

Plano para o futuro é fazer de 100 a 150 inaugurações de minilojas por ano no País
Divulgação
Plano para o futuro é fazer de 100 a 150 inaugurações de minilojas por ano no País

O Grupo Pão de Açúcar pretende investir o equivalente a cerca de US$ 1 bilhão em 2013 para expandir sua rede pelo País, afirmou, nesta segunda-feira (10), o executivo-chefe da Companhia Brasileira de Distribuição (CDB), Enéas Pestana.

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Em 2013, segundo ele, R$ 2 bilhões serão investidos nas redes Extra, Pão de Açúcar e Assaí. No ano passado, os investimentos atingiram R$ 1,5 bilhão. De acordo com Enéas, a CBD abrirá entre 12 e 15 lojas atacadistas Assaí este ano, introduzindo a marca em sete Estados, e cem minimercados no Estado de São Paulo até dezembro.

O plano para o futuro é fazer de 100 a 150 inaugurações de minilojas por ano no País. O modelo será primeiro expandido em São Paulo e posteriormente no Rio de Janeiro. Pestana afirmou que a empresa enfatizará o crescimento orgânico em 2013 para atender às mudanças nas necessidades dos consumidores brasileiros, que hoje compram mais e buscam conveniência.

A estratégia do Pão de Açúcar, segundo ele, inclui a expansão para regiões brasileiras onde há menos lojas do grupo, mas que crescem rapidamente, como o Nordeste. Simultaneamente, não estão descartadas aquisições ou expansão internacional. Isto, no entanto, não é prioridade e só acontecerá se uma boa oportunidade surgir.

Na opinião de Pestana, a inflação no Brasil continua sob controle e muitos dos problemas de preços podem estar sendo exagerados. "A situação está longe de ser desastrosa, ou um grande problema", afirmou.

Em relação à desaceleração do crescimento econômico regional, Enéas Pestana observou: "Eu não preciso do PIB para crescer. Posso conseguir fatias de mercado hoje nas mãos de concorrentes".

Na posição de executivo-chefe da CBD há pouco mais de três anos, o executivo afirmou que a direção da empresa não mudou muito nos últimos 12 meses, desde que o grupo francês Casino assumiu o controle do Pão de Açúcar. 

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