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Segundo MPT, terceirizados do call-center eram discriminados por funcionários da TIM

Na ação, o MPT pediu a contratação dos 4 mil empregados da AeC que prestavam serviços à TIM
Tiago Queiroz/AE
Na ação, o MPT pediu a contratação dos 4 mil empregados da AeC que prestavam serviços à TIM

A TIM Nordeste e a prestadora de serviços AeC Centro de Contatos foram condenadas em R$ 6 milhões por terceirização ilícita pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST).

-Veja também: dona da TIM, Telecom Italia vai separar telefonia fixa do restante do grupo

O Ministério Público do Trabalho (MPT) processou a TIM por discriminação entre funcionários da empresa e terceirizados contratados para a área de call-center.

Segundo nota publicada no site do MPT, os empregados próprios atendiam às demandas de clientes com planos pós-pagos e os terceirizados ficavam com os contratos pré-pagos, de menor valor.

Além disso, os terceirizados trabalhavam em condições piores e recebiam salários menores que os dos funcionários da empresa.

Na ação, o MPT pediu a contratação direta dos cerca de 4 mil empregados da AeC que prestavam serviços à TIM.

Procuradas, a TIM e a AeC ainda não se manifestaram.

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