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Empresa reaproveita água da chuva e promove o reflorestamento em Camaçari e no oeste baiano

A Monsanto, pioneira no desenvolvimento de produtos com tecnologia de ponta na área agrícola, como herbicidas, sementes convencionais e geneticamente modificadas, tem um programa de aumento de produção até 2030, cujo principal diferencial é, simultaneamente, reduzir o uso de recursos naturais no processo produtivo. Para isso, a empresa vai investir fortemente em novas tecnologias que possibilitem ganhar produtividade.

Para ajudar nesse processo, Ettore Rossi, gerente de meio ambiente, segurança, saúde e sustentabilidade da companhia na unidade de Camaçari, na Bahia, conta que a empresa trabalha desde 2010 com captação de água de chuva que é utilizada em suas atividades. A bacia instalada na fábrica tem capacidade para armazenar 11 mil metros cúbicos de água e, nos últimos dois anos, ajudou a economizar 150 milhões de litros, volume suficiente para suprir uma cidade brasileira de 33 mil habitantes pelo período de um mês.

“Além dos benefícios ambientais gerados, o programa de aproveitamento de água resulta em uma economia mensal de R$ 25 mil”, revela, apontando que de 6% a 10% do volume de água utilizado pela empresa no processo produtivo é oriundo dessa fonte.

Para mostrar como a empresa trata o meio ambiente, Rossi e outros executivos apresentaram a um grupo de jornalistas, na última semana, projetos de conservação ambiental, principalmente nesta região de cerrado, realizado em parceria com a Ong Conservação Internacional (CI-Brasil).

No local em que está localizada a fábrica, há um trabalho de preservar uma área de 80 mil m², que já recebeu 20 mil mudas de árvores de diversas espécies.

“Cheguei à unidade de Camaçari, em 2008, com o objetivo de recuperar parte da área que não era utilizada pela fábrica. Queremos mostrar que é possível ter um pólo ambiental petroquímico integrado à sociedade”, destaca.

A Monsanto já investiu US$ 13 milhões nos últimos quatro anos em parceria com a CI-Brasil. Os recursos serviram para recuperar áreas do cerrado em Camaçari e em Luís Eduardo Magalhães, cidade localizada no Oeste baiano.

Além do trabalho de reflorestamento feito por meio do Programa Produzir e Conservar, a empresa reutiliza também parte de seu material destinado ao revestimento de contêineres para fabricação de bolsas e estojos. “Todo o material plástico (liner) que apresenta alguma não conformidade é utilizado para esse fim. Dessa forma, evitamos descartar esse material no meio ambiente”, explica Vanessa Alonso, responsável pela responsabilidade social da companhia.

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