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Termômetro industrial e empresa mais valiosa da Alemanha, a Siemens tem estado sob pressão para cortar custos, ao passo que a economia global leva mais tempo para se recuperar

Reuters

A Siemens pretende economizar 6 bilhões de euros (7.7 bilhões de dólares) até o final do ano fiscal de 2014, mais que o esperado, em um esforço do conglomerado alemão de engenharia para se manter competitivo em meio a uma economia global fraca.

Um termômetro industrial e empresa mais valiosa da Alemanha, a Siemens tem estado sob pressão para cortar custos e se concentrar em suas divisões mais rentáveis, ao passo que a economia global leva mais tempo para se recuperar do que o esperado.

Analistas esperavam que a empresa cortasse entre 2 bilhões e 4 bilhões de euros em custos ao longo dos próximos dois anos. A Siemens não disse ainda quantos empregos podem ser eliminados como parte do plano.

"Sabemos o que temos que fazer e estamos fazendo", disse o presidente-executivo, Peter Loescher, em comunicado nesta quinta-feira.

No quarto trimestre fiscal da companhia, o lucro líquido de operações contínuas caiu 2 por cento, para 1,48 bilhão de euros, afetado em parte por impacto de 327 milhões de euros em negócios de petróleo e gás no Irã, devido a novas sanções impostas ao país.

Apesar disso, o resultado veio acima da previsão em média de analistas, de 1,34 bilhão de euros, em parte porque as unidades de energia solar deficitárias colocadas à venda no final do trimestre foram registradas como "operações descontinuadas".

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