Tamanho do texto

A união de concorrentes tornou-se alternativa também para fabricantes de brinquedos com participação mais modesta no mercado do País. É uma forma de se manter num segmento dominado por importadores e com probabilidade de ser liderado em breve por uma gigante nacional.

A união de concorrentes tornou-se alternativa também para fabricantes de brinquedos com participação mais modesta no mercado do País. É uma forma de se manter num segmento dominado por importadores e com probabilidade de ser liderado em breve por uma gigante nacional. Ontem, na feira nacional do setor, em São Paulo, duas empresas anunciaram fusão: a Baby Brinq Rosita e a Acalento. Da junção dessas duas fabricantes, surgiu a BBRA (as letras são as iniciais das empresas). "Nossa grande dificuldade é manter a competitividade", disse o presidente da empresa, Antônio Brandini. "Com essa fusão, pretendemos nos colocar entre as dez maiores fabricantes nacionais." O faturamento da BBRA para o primeiro ano de operação é estimado em R$ 60 milhões, com brinquedos de plástico e bonecas. Estudo usado na negociação indica redução de 17% nos custos fixos já este ano. "Vai nos proporcionar aumento da lucratividade e a possibilidade de reduzir preços." As duas fábricas, na Bahia, devem ser unificadas até o fim do ano. Mas as três marcas de brinquedos serão mantidas.
    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.