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São Paulo - Syngenta e Embrapa formalizam hoje, em Brasília, uma parceria que no médio prazo vai ter como foco as pesquisas nas culturas de soja, milho, algodão e cana-de-açúcar. As duas empresas já vinham trabalhando juntas há pelo menos oito meses e decidiram colocar o acordo no papel para intensificar a troca de experiências.

São Paulo - Syngenta e Embrapa formalizam hoje, em Brasília, uma parceria que no médio prazo vai ter como foco as pesquisas nas culturas de soja, milho, algodão e cana-de-açúcar. As duas empresas já vinham trabalhando juntas há pelo menos oito meses e decidiram colocar o acordo no papel para intensificar a troca de experiências. A parceria marca a volta da Syngenta ao mercado de sementes de algodão, que tem se mostrado muito promissor. Nos últimos 12 meses, a cotação do algodão na Bolsa de Nova York aumentou por volta de 60%. Neste ano, a previsão é que a safra do algodão brasileiro tenha um acréscimo de 5%. Até o fim do ano as primeiras sementes de algodão da Syngenta começarão a ser vendidas para os produtores brasileiros. "Queremos oferecer novas alternativas e ter o pacote mais completo para nossos clientes, trabalhando com defensivos agrícolas para esta cultura e também com sementes", explica Laercio Valentin Giampani, diretor-geral da empresa no Brasil. Há cerca de seis meses a Syngenta vem testando diferentes variedades de sementes de algodão da Embrapa em 30 propriedades de produtores. Os testes estão sendo feitos em cidades como Luiz Eduardo Magalhães (BA), Rondonópolis e Sorriso, em Mato Grosso. "O algodão brasileiro tem um futuro fantástico por causa das características da pluma nacional. Isso faz com que o produto seja muito competitivo", explica Giampani. Para Ademir Luiz Capelaro, diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Syngenta, o acordo com a Embrapa vai acelerar os negócios. "Agora estamos formalizando um protocolo de trabalho." A venda de sementes de algodão já fez parte do portfólio da Syngenta do Brasil. Mas, com o tempo, a matriz preferiu se desfazer do negócio e manteve apenas a área de pesquisa. As informações são do jornal <b>O Estado de S. Paulo.</b>

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