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Nova York, 11 mai (EFE).- A Bolsa de Nova York se ressentiu hoje da euforia mostrada na véspera, quando registrou sua maior alta em quase 14 meses, e, após um pregão de altos e baixos, terminou esta terça-feira com uma queda de 0,34 % no Dow Jones Industrial.

Nova York, 11 mai (EFE).- A Bolsa de Nova York se ressentiu hoje da euforia mostrada na véspera, quando registrou sua maior alta em quase 14 meses, e, após um pregão de altos e baixos, terminou esta terça-feira com uma queda de 0,34 % no Dow Jones Industrial. Esse indicador da bolsa, a principal referência de Wall Street, perdeu hoje 36,88 pontos e finalizou em 10.748,26 unidades, com 23 de seus 30 componentes em números vermelhos ao mesmo tempo em que o seletivo S&P 500 também caiu 0,34%, já que retrocedeu 3,94 pontos e terminou em 1.155,79 pontos. Por sua vez, o índice Nasdaq terminou o dia com uma alta mínima do 0,03%, fechando em 2.375,31 pontos em uma jornada em que os investidores mostraram uma grande indecisão, depois do pregão eufórico da segunda-feira. Os problemas macroeconômicos gregos e o temor de que eles contaminassem outros países da região geraram um grande nervosismo nos mercados, por isso que o plano, dotado de até 750 bilhões de euros, aliviou as tensões e encorajou os investidores a voltar na segunda-feira ao mercado e aproveitar os baixos preços de muitos valores. A Alcoa, a maior fabricante de alumínio do mundo, liderou as quedas nesse índice, com uma baixa de 3,65%. Também caíram mais de um ponto percentual nesse índice a farmacêutica Merck (-2,16%), as tecnológicas HP (-1,38%) e Intel (-1,20%) e o grupo industrial 3M, fabricante da fita adesiva Scotch e dos Post-it, entre outros produtos (-1,08%). No extremo contrário se destacou sozinha a Walt Disney, o maior grupo de entretenimento do mundo, que subiu 1,33%, já que os investidores previam a apresentação de bons resultados trimestrais depois do fechamento da Bolsa de Valores. Em outros mercados, a dívida pública subia de preço, com o que a rentabilidade dos bônus a 10 anos baixava até 3,55%, ao mesmo tempo que o dólar subia frente ao euro e outras moedas. Essa alta do dólar não pôde evitar, no entanto, que a cotação do ouro, que se negocia nessa moeda e é considerado um investimento refúgio em tempos de incerteza, chegasse ao recorde histórico de US$ 1 .220,30 a onça durante o pregão regular, embora nas operações eletrônicas posteriores tenha chegado inclusive a superar os US$ 1.235. EFE

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