Tamanho do texto

A retomada do apetite por risco após boas notícias da China e Europa e a redução das preocupações com a Dubai World, ontem, estimulou vendas de dólar aqui e no exterior e um aumento da demanda por ações e commodities, como metais e petróleo. A China completou mais um mês com dado de atividade acima de 50 pontos, indicando expansão; a atividade industrial na zona do euro em novembro subiu ao maior nível em 20 meses; o Japão decidiu injetar mais recursos no sistema para estimular a economia; e os EUA também mostraram expansão na atividade industrial em novembro, além de aumento nas vendas pendentes de imóveis em outubro.

Esse ambiente favoreceu a defesa pelos bancos locais de suas posições vendidas em dólar futuro, que estão ao redor de US$ 5,6 bilhões, o que ajudou a amparar o recuo das cotações à vista da moeda norte-americana. No final, o dólar estava na mínima do dia, cotado a R$ 1,7220 no balcão, com recuo de 1,82% - maior queda porcentual desde 25 de junho. A Bovespa subiu 2,03%, para 68.408,40 pontos, nível mais alto desde de 17 de junho de 2008. E os juros futuros caíram. A taxa para janeiro de 2011 cedeu a 10,27% e para janeiro de 2012, a 11,75%.

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.

    Notícias Recomendadas