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SÃO PAULO - As preocupações com a endividada zona do euro voltam a pesar sobre o humor dos investidores que ajustam posições ao redor do globo. Boa parte do estresse deriva da falta de força do euro, que faz novas mínimas desde outubro de 2008, abaixo de US$ 1,25.

SÃO PAULO - As preocupações com a endividada zona do euro voltam a pesar sobre o humor dos investidores que ajustam posições ao redor do globo. Boa parte do estresse deriva da falta de força do euro, que faz novas mínimas desde outubro de 2008, abaixo de US$ 1,25. Por volta das 11h10, o dólar comercial apresentava valorização de 1,12%, a R$ 1,795 na compra e R$ 1,797 na venda. No mercado futuro, o dólar com vencimento para junho, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM & F), subia 1,06%, a R$ 1,802. Fazendo uma análise técnica, o gerente de operações da Terra Futuros, Arnaldo Puccinelli, aponta que, se o dólar para junho passar de R$ 1,806, entra em um canal de alta que vai até R$ 1,823. A aversão ao risco também é captada nas bolsas. Por aqui, o Ibovespa declinava mais de 2%. Já em Wall Street, o Dow Jones recuava 1,36% e o S & P 500 baixava 1,86%. Para ter-se ideia do nível de tensão no mercado nesta sexta-feira, o VIX, índice que mede a volatilidade das opções no mercado americano e é visto como um termômetro da aversão ao risco, saltava mais de 10%. (Eduardo Campos | Valor)

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