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SÃO PAULO - O dólar comercial era negociado no início dos negócios a R$ 1,561 na compra e a R$ 1,563 na venda, valorização de 0,06%. Na abertura, marcou R$ 1,561.

No mercado futuro, os contratos de agosto transacionados na BM & F subiam 0,09%, para a R$ 1,563.

Ontem, o dólar comercial fechou com recuo de 0,42%, a R$ 1,560 a compra e R$ 1,562 na venda.

Agenda

A agenda de quinta-feira concentra dois importantes eventos. No âmbito interno, há a ata do Comitê de Política Monetária (Copom). Nos Estados Unidos, sai a primeira preliminar do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre.

Nos Estados Unidos, o Departamento de Comércio divulga o desempenho da economia entre abril e junho. A previsão é de crescimento acima de 2%, seguindo o avanço de 1% registrado no primeiro trimestre. Os dados podem ajudar a confirmar a visão de que, apesar do ambiente de crise, a economia ainda mostra força para crescer, afastando assim os temores com a recessão.

Alguns economistas acreditam, no entanto, que os dados do segundo trimestre são um pouco distorcidos já que refletem a recusa fiscal do governo que mandou cheque com restituição tributária para os contribuintes. Dentro do documento, atenção também para os índices de preços.

O dia ainda reserva os pedidos semanais por seguro-desemprego nos EUA e o índice de atividade industrial na região de Chicago.

Os balanços trimestrais continuam saindo. Por aqui, são aguardados os dados da Marcopolo e Telemar. Lá fora estão agendados AstraZeneca, Basf, British American Tobacco, Cap Gemini, Crédit Agricole, Deutsche Bank, Eastman Kodak, France Télécom, Goodyear, Mitsubishi, Motorola, Repsol, Revlon, Sanofi-Aventis, Telefonica e Unilever.

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