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O dólar comercial iniciou os negócios desta semana em alta de 0,79%, cotado a R$ 2,31 no mercado interbancário de câmbio. Na última sexta-feira (dia 27), a moeda norte-americana avançou 2,32% e fechou a R$ 2,292, acumulando alta de 1,24% na semana passada.

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar à vista abriu em alta de 0,83% a R$ 2,3105.

Sinais de que a situação nas montadoras norte-americanas continua difícil e notícias de que o governo dos Estados Unidos rejeitou, no início da madrugada de hoje, os planos de reestruturação apresentados pela General Motors (GM) e Chrysler, agitam os mercados na manhã desta segunda-feira. Enquanto aguardam a posição oficial, que deve ser anunciada pelo presidente Barack Obama no decorrer do dia, os investidores devolvem parte dos ganhos da semana passada, abafando os efeitos positivos que teve o plano de socorro ao sistema financeiro nos EUA.

Por aqui, a perspectiva é de que o dólar inicie a sessão em alta. A pressão sobre o real é sustentada também pela constatação de que a rolagem dos swap que vencem na próxima quarta-feira (dia 1º de abril) ficou pela metade. O BC rolou US$ 4 bilhões e o vencimento é de aproximadamente US$ 7,6 bilhões.

Já o vencimento de linha deve ser rolado. O vencimento, também no dia 1º, é de aproximadamente US$ 1,7 bilhão. O BC faz hoje leilão de venda de dólares com recompra em três datas diferentes. As propostas poderão ser enviadas ao BC pelos bancos das 11h30 às 12 horas. Os dólares serão vendidos pela cotação das 11 horas e o resultado da operação será divulgado durante o dia.

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