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Na agenda local, o Banco Central traz o fluxo cambial parcial e CNI apresenta a Sondagem da Indústria em maio

A reunião do Federal Reserve (Fed), banco central americano, centra as atenções nesta quarta-feira. A decisão do colegiado não é o mais relevante, tendo em vista que a estabilidade do juro básico entre zero e 0,25% é certa, mas sim a fala do presidente Ben Bernanke, que dá entrevista coletiva após a reunião. Fica a dúvida se Bernanke vai mudar de posição quanto ao momento de perda de dinamismo econômico pelo qual passa os Estados Unidos.

Em recente discurso, o dirigente do Fed apontou ciência dessa situação, mas apontou que o quadro volta ao normal no segundo semestre. Esse encontro do Fed marca o encerramento oficial do programa de compra de US$ 600 bilhões em títulos do Tesouro, o chamado "Quantitative Easing 2".

Atenção, também, a algum aceno quanto à saída dessa estratégia de política monetária extremamente expansionista. Como a decisão, a entrevista só acontece à tarde. Agora pela manhã, o foco está na taxa de desemprego brasileira referente ao mês de maio. O prognóstico é de estabilidade em 6,4%.

Ainda na agenda local, o Banco Central (BC) traz o fluxo cambial parcial e Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresenta a Sondagem da Indústria em maio. De volta à agenda americana, os investidores conhecem o índice de preço de imóveis, a demanda por empréstimos hipotecários e a variação nos estoques de petróleo e derivados.

Na quinta-feira, o mercado local não opera em função de feriado. Nos EUA, saem a demanda por segundo-desemprego, a venda de imóveis novos e o índice de atividade do Fed de Chicago. Na Europa, aparecem índices de atividade nos serviços e na indústria.

A semana acaba com a leitura final do Produto Interno Bruto (PIB) americano no primeiro trimestre e as encomendas por bens duráveis em maio.

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